VEM E ADORA
Vem e adora
Vem e adora
Canta e ora
Canta e ora
Cristo já nasceu (2x)
Cristo já nasceu
Que feliz sou eu
Que feliz sou eu
(Sobe de tom)
Vem e adora
Vem e adora
Canta e ora
Canta e ora
Cristo já nasceu (2x)
Cristo já nasceu
Que feliz sou eu
Que feliz sou eu
HERÓIS A SÉRIO
Na Bíblia encontramos os Super-heróis
São muito diferentes da televisão
Lutaram contra os seus inimigos, reais,
Venceram pela força de Deus, Criador
Eles não têm lasers, não têm canhões
Não têm asas, não podem voar
Eles não são só imaginação
Têm uma história real p’ra nos contar.
A diferença: é mais que uma história, é real
São vidas que provaram o poder do Senhor
Algumas vezes medo e angústia foi tal
Que nada mais podiam fazer contra o mal
Gente que é gente, sem nada nas mãos
Os seus inimigos parecem vencer
Tudo se torna difícil demais
Mas a vitória Deus dá aos que confiam!
Na batalha desta vida em Deus posso confiar!
Vai, Moisés
Tempos remotos, tempos difíceis, um povo cativo
Terra distante, são oprimidos, escravos no Egipto
Deus levantou Moisés para os tirar dali (2x)
P'ra fazer sua promessa cumprir
Vai, Moisés...
Faraó não deixou sair,
Insistiu, mas não resistiu
Israel pode então seguir
Para o mar que ali se abriu
Linda promessa, terra tão boa,
Um povo que é livre
Montes de areia são desafios, duvidam na crise
Envelheceram no deserto
Por não crer no poder do seu Deus, Criador
Vai, Moisés…
Guia meu povo, tem fé!
Gideao temia algo
Gicleão se prepara p'rá luta
São trezentos homens bem escolhidos
Com buzinas e tochas nas mãos lutaram
Contra todos os seus seus inimigos, foi...
Mostra coragem. Deus contigo está
E sê bem forte, porque Deus te enviou
Toquem bem alto e levantem a voz
P'Io Deus eterno e por Gideão!
Solo 1:
Mas bem no fundo do seu coração
Ele temia algo de mal
Mas difícil era acreditar
Que lutariam com tão poucos guerreiros
Precisavam saber que havia um Poderoso Deus
Que estava ao seu lado, foi...
CORO
Solo 2:
Uma história cheia de emoção
Uma lição de valor!
Rei David
Rei David, declarou seu amor ao Senhor
Nas suas mãos uma harpa faz soar
Ao Senhor canta hinos de louvor
Com prazer e alegria louva
São canções, lindos salmos que compôs
Gratidão pelas lutas que ganhou
Era um Rei que aprendeu a confiar em Deus
Quantas batalhas enfrentou,
Quantas tribulações venceu
Em nome do Senhor lutou
Com fé e com coragem
Rei David não cantou pois pecou, se calou
Escondeu seu pecado do Senhor
Já não tinha alegria p'ra cantar
Seu prazer desapareceu
Confessou seu pecado ao Senhor
Uma linda canção então cantou:
Ouve ò Deus, cria em mim um coração mais puro.
Deus assim perdoou, de David fez um vencedor!
ESTER CONFIOU EM DEUS
Esta moça é muito bonita, mais parece uma estrela
Escolhida para rainha confiou em Deus (ES-TER)
Esta moça é muito bonita, mais parece uma estrela
Escolhida para rainha, Deus a abençoou
Deus me ouviu e me atendeu
Meu povo assim Ele libertou
Sem temer, falou ao rei
Denunciou um plano mau
Ela agiu com muita coragem
Não se preocupou com a imagem
Arriscou sua vida
Mas ela confiou em Deus (ES-TER)
Esta moça é muito bonita, mais parece uma estrela
Escolhida para rainha, Deus abençoou
Deus me ouviu e me atendeu
Meu povo assim Ele libertou
Ela agiu com muita coragem
Não se preocupou com a imagem
Arriscou sua vida
Mas ela confiou em Deus (ES-TER)
Esta moça é muito bonita, mais parece uma estrela
Escolhida para rainha, Deus a abençoou
DANIEL HOMEM DE ORAÇÃO
Daniel, um homem de oração
Com sinceridade louva a Deus
Mas havia gente invejosa ali
Querem-no destruir
Essa gente assim o entregou
Para ser lançado aos leões
Numa cova a noite inteira ali passou
Deus o libertou
Deus é fiel, n’Ele há salvação
Basta que o busques em oração
Deus te ouve
Deus é fiel, n’Ele há salvação
Basta que o busques em oração
Deus te ouvirá.
Pequena vila de Belém
Pequena vila de Belém repousa em Teu dormir
Enquanto os astros lá no céu estão a refulgir
Porém nas tuas trevas resplende eterna Luz
Incomparável, divinal nasceu o bom Jesus.
O bom Jesus…
Quão grande amor Deus demonstrou
Ao dar-nos a Jesus
Louvemos todos.
Proclamai que aos homens Deus deu a Luz
Estrelas matutinas em hinos de louvor
Aos anjos e homens proclamai
De Deus o eterno amor
Eterno amor…
Ó santo infante de Belém em nossos corações
Habita e faz-nos antever celestiais visões
Nos céus proclamam anjos o amor fiel de Deus
Oh, vem Senhor em nós morar
Senhor, Emanuel!
O REI NASCEU
VINDE E ADORAI – 2x
ADORAI JESUS, O REI DOS REIS !
O Rei nasceu hoje em Belém
ALELUIA, ALE, ALELUIA
Os anjos adoram Jesus o Rei da glória
ALELUIA, ALE, ALELUIA
Poderoso Deus, Rei de magestade
Veio salvação p’lo Seu santo Filho
O REI NASCEU
Ele está na manjedoura
O REI NASCEU
Vinde humildemente a Ele
O BOM SENHOR
A ti estende a Sua mão
O REI NASCEU NESTE DIA EM BELÉM!
O REI NASCEU, ALE-LUIA!
Sem ter palácio ou trono p’ra nascer
ALELUIA, ALE, ALELUIA
Pastores correm p’ra Seu rosto ver
ALELUIA, ALE, ALELUIA
Anjos no céu cantam: “Paz na terra!”
Maravilhados porque o Rei nasceu...
O REI NASCEU
Ele está na manjedoura
O REI NASCEU
Vinde humildemente a Ele
O BOM SENHOR
A ti estende a Sua mão
O REI NASCEU NESTE DIA EM BELÉM!
O REI NASCEU, ALE-LUIA!
VINDE HUMILDEMENTE A ELE
(Vinde .... a ... Ele – homens)
ELE ESTÁ NA MANJEDOURA
(Ele está na manjedoura – homens)
O Rei nasceu hoje em Belém
ALELUIA, ALE, ALELUIA
Os anjos adoram Jesus, o Rei da glória
ALELUIA, ALE, ALELUIA
Poderoso Deus, Rei de majestade
Veio salvação p’lo Seu santo Filho
O REI NASCEU
O Seu Nome adorai
O REI NASCEU
A tua vida vai mudar
O BOM SENHOR
A ti estende a Sua mão
O REI NASCEU NESTE DIA EM BELÉM!
VINDE E ADORAI – 4x (mulheres)
ALE-LUIA, O REI NASCEU – 3x
ALE, ALE-LUI-A, O REI NASCEU !
Presente de Belém
Dando amor e louvor
Minha vida eu dou a Ti…
Todo o céu anunciou
Que Seu amor Deus revelou
O presente de Deus desceu
Sacrifício sem medida
Vamos todos proclamar
Vinde ver a Jesus
Presente de Belém
Anjos a anunciar, lindos coros a cantar
De joelhos, em meu ser
Também quero Te louvar
O presente de Deus desceu
Sacrifício sem medida
Vamos todos proclamar
Vinde ver a Jesus
Presente de Belém
Tudo o que tenho, e que venha a ter
Entrego ao Rei Jesus, o meu Senhor
O presente de Deus desceu
Sacrifício sem medida
Vamos todos proclamar (2x)
Vinde ver a Jesus
Presente de Belém
Presente de Belém – 2x
MAIS PRECIOSO QUE A PRATA
Deus, Tu és mais precioso que a prata
Deus, Tu és mais caro que o ouro
Deus, Tu és mais belo que o diamante
E nada que eu deseje é como Tu
Quem poderá medir o valor de conhecer-Te
Ou quem poderá saber tudo o que és
Que poderá contar as bençãos de Te amar
Quem poderá dizer quão grande és Tu?
Quão grande és Tu?
Deus, Tu és mais precioso que a prata
Deus, Tu és mais caro que o ouro
Deus, Tu és mais belo que o diamante
E nada que eu deseje é como Tu
E nada que eu deseje é como Tu – 2x
CRISTO, O FILHO DE DEUS
Cristo, o Filho de Deus
Das provações enfrentou a maior
Foi numa cruz que as dores sofreu
Angustiado, Sua voz silenciou
Foi por amor, foi por ti, foi por mim
Sim, foi por nós que ali
Jesus venceu a morte na cruz
Cristo, o Filho de Deus
Das provações enfrentou a maior
Foi numa cruz que as dores sofreu
Angustiado, sua voz silenciou
Foi por amor, foi por ti, foi por mim
Sim, foi por nós que ali
Venceu a morte e ressuscitou
Solo:
A minha vida entrego a Ti, Jesus Salvador
Em cada instante eu possa
Sentir e dar o Seu amor!
Mais que um herói, és a vida, razão do meu viver
Mais forte que a morte foste
És luz do meu viver!
Glória a Deus (1)
É Noite… o mundo está dormindo
A Luz… surgiu nos altos céus
Então… Sua glória nos rodeia
E anjos… cantam o amor de Deus
Glória a Deus nas alturas
(Glória a Deus nas alturas) (2x)
E em toda a Terra aos homens paz!
O espanto… aflora em nossos rostos
Tão belo… aquilo que vejo aqui
Alegre… aos outros quero tudo contar
O amor… de Deus vou partilhar
Glória a Deus nas altura
(Glória a Deus nas alturas) (4x)
E em toda a Terra aos homens paz!
E em toda a Terra aos homens paz!
Glória a Deus (2)
Glória a Deus nas alturas
Paz na Terra
A quem Deus quer bem (4x)
Glória a Deus nas alturas
Vem e entrega-lhe o teu louvor
Vem e entrega-lhe o teu louvor
Glória a Deus, Glória a Deus
quinta-feira, dezembro 06, 2007
Festa de Natal 2007 - Heróis a Sério (Adaptada por Sílvia Martins)
INTRODUÇÃO
O nosso objectivo, nesta festa, é ficcionar uma situação natalícia duma viagem que não se realizou e que acabou num jantar de família.
É esse o nosso ponto de partida para uma peça que nos permitirá conhecer os grandes heróis da História, não ficcionados e que podem ser exemplo para nós, hoje!
Uma ceia de Natal e um jogo dos mais novos vai permitir-nos conhecer Moisés, David, Ester e outros personagens bíblicos – Heróis a sério.
Esta produção natalícia pretende uma colaboração activa de vários ministérios e departamentos a funcionar na nossa Igreja, e não apenas uma produção da Escola Dominical.
Pretendemos que seja uma apresentação em português mas também compreensível aos visitantes franceses que, certamente, estarão a assistir.
Assim, em relação às músicas estas serão projectadas com as letras em francês podendo mesmo, nas que têm coros mais repetitivos, procurar cantá-los em francês.
Em relação à peça podemos tentar a tradução com recurso aos auscultadores mas, idealmente, toda a peça será atempadamente traduzida para o francês e terá uma tradução simultânea.
No que concerne às músicas existirá um esforço de gravação das mesmas com um grupo coral que se organizará para o efeito o que nos ajudará a que os esforços da sonoplastia se concentrem na peça (diálogos).
Como é perceptível terão de fazer-se alguns cenários ou elementos cénicos a usar durante a peça (nomeadamente nas músicas dos mais novos).
Para além disso esperamos contar com um bom número de participantes para as coreografias (já que as vozes serão gravadas).
Os ensaios estão marcados com toda a antecedência possível para que os participantes se possam organizar.
Atribuição de Responsabilidades:· ___________________
ADEREÇOS
Coral de Natal
- Batas brancas / azuis
- Velas brancas
- Papel de alumínio
- Fitas brilhantes
Crianças
-Fitas brilhantes
- Imagens de ouro, prata e diamantes
Coreografia
- Blusa colorida
- Saia / calça de ganga azul
Isaías e Miqueias
- vestidos à época com pergaminhos nas mãos
Procurar fazer algumas peças que contextualizem as coreografias (ex. Daniel – fazer 2 leões em cartão quando ele está a orar…, Ester – vestido de princesa…)
CENA I
Sala de estar com cadeiras/sofás, uma TV, a árvore de Natal montada a um canto e muitos presentes.
(entra o Zeca, chapéu ao contrário e mãos nos bolsos)
Zeca – Bem, mais um Natal, mais um jantar de Consoada… Vamos lá ver como é que este ano vai correr… O ano passado o avô Chico adormeceu no sofá e só ressonava… A avó Ana falava, falava… Não havia quem a calasse… Bem, que seca… O Natal só é fixe porque estou de férias da escola!
(Ouve-se uma campaínha e uma voz)
Laura - Ó Zeca, vai abrir a porta! Estão fartos de tocar à campainha!
Zeca – Já vou, mãe! (e murmura) Zeca, faz isto, Zeca, faz aquilo, tudo eu, tudo eu!
(sai de cena e volta a entrar com os avós)
Zeca – Então avô Chico? A viagem correu bem?
Avô Chico – Qual bem, qual nada! O teu pai parece um louco ao volante… Estou aqui que nem posso!
Zeca – Avô também não exagere – os avós moram aqui tão perto!
Avó Ana – Pois é Zequinha, o teu avó está cá um rezingão… Sabes ainda me lembro quando nos casámos (O Zeca repete em uníssono com ela) ele ia desmaiando com os nervos…
Zeca (interrompendo a avó) – Pois, pois avó, já me contou essa história umas mil vezes!!! Olhe, espere aí um bocadinho que eu vou abrir a porta.
(os avós sentam-se nas cadeiras frente à televisão…entra o Zeca com os primos)
Zeca – Fixe, pá! Eu não sabia que vocês também vinham!
Mimi – (com um ar aborrecido) Nem nós… mas cancelaram a nossa viagem para a neve e os nossos pais resolveram vir passar o Natal convosco…
Marco – Não estejas assim, Mimi. Pode ser que possamos ir lá no próximo mês… E para mais, o Natal na casa dos tios é sempre muito divertido!
Sara – É verdade, ainda me lembro do último Natal que passámos todos juntos… já foi há uns anos mas lembro-me que a tia Laura fez cá uns docinhos!!!
Marco – Então a Marta? Não está cá?
Zeca – A minha irmã foi buscar uma colega que está cá a estudar e que não pôde ir a casa. Deve estar para aí a chegar. Olha, querem ir ver o meu quarto? Tenho lá uns jogos fixes!!!
Marco – Vamos lá…
(Os rapazes saem… As raparigas metem conversa com os avós, em silêncio. Entra a Laura e o Gaspar…)
Laura – Olha as minhas sobrinhas! Que grandes estão! Dêem cá um beijinho à tia. Então, meus amores, a viagem correu bem?
Gaspar – Então os teus pais onde estão? Precisam de ajuda para as malas?
Sara – Está tudo bem. Os meus pais foram só arrumar o carro.
(Entram a Mila e o Sérgio, carregados de presentes. Com eles chega também a Marta e a colega)
Laura – Mila, Sérgio, que bom que puderam vir para estarmos todos juntos este ano!
Mila – Pois é Laura… sabes, até foi bom terem cancelado a nossa viagem. A Mimi é que não ficou nada satisfeita…
Sérgio – Mas a birra passa-lhe depressa, não é Mimi?
Mimi – Eu não estou a fazer birra! (cruza os braços e faz beicinho)
Gaspar – Claro que não Micas… mas olha que a última vez que te vi estavas bem mais alegre!!!
(Riem-se todos e Gaspar sai de cena. Entra a Marta com a Daniela)
Laura – Ó Daniela, sê muito bem-vinda cá a casa. É um prazer para nós que passes o Natal connosco.
Daniela – Obrigada D. Laura. Ainda bem que a Marta me convidou senão ia ser uma tristeza… estou habituada a passar o Natal com os meus pais lá na terra… Mas este ano com os exames… Bem, mas tenho a certeza que me vou sentir muito bem convosco.
Laura – Sente-te em casa! Mas venham jantar… O Gaspar está a acabar de pôr a mesa mas damos todos uma ajudinha…
Coro infantil entra e canta “Vem e adora”; levantam-se saindo de cena…
CENA II
Musica natalícia de fundo.
Sobe o grupo de Coreografia.
Todos voltam a entrar na sala. Os adultos sentam-se à volta da televisão e os mais novos sentam-se no chão, em almofadas ou em banquinhos junto da árvore.
Daniela – Marta, a tua mãe é uma óptima cozinheira! Que bom que estava tudo!
Zeca – É verdade, é. A minha mãe é o máximo na cozinha!
Marta – Mas e agora? Alguém tem sugestões? Querem jogar algum jogo?
Mimi – Sim! Podemos jogar ao jogo dos Heróis!
Zeca – Jogo dos heróis? Deves estar a brincar comigo! Esse jogo não existe!
Daniela – Existe sim! E por acaso costumo jogá-lo com os meus irmãos e os meus primos…
Mimi – Estás a ver?
Marta – Também nunca ouvi falar acerca desse jogo… Como é que se joga?
Daniela – É muito fácil! Cada um de nós tem de contar a história de um herói. A única condição é que seja um herói a sério… Não podem ser inventados como o Super-homem ou Homem Aranha…
Zeca – Já sei! Podem ser heróis da Bíblia?
Daniela – Boa!
(Cantam a música Heróis de Verdade. Enquanto isso os miúdos ficam a gesticular…)
Marta - Posso ser eu a começar?
(Todos concordam)
Marta - Há um herói da Bíblia de quem eu gosto particularmente. É Moisés. Ele no início estava um pouco receoso se seria capaz de realizar a sua tarefa daí ter dado a Deus imensas desculpas: primeiro que não sabia falar, depois que ninguém ia acreditar nele e finalmente pediu para Deus escolher outro. No entanto, ele obedeceu a Deus e isso fez com que ele visse o grande poder do Senhor.
Zeca - É verdade... lembram-se quando...
(Começa a música “Vai Moisés”... continuam a contar a história)
Marco - Eu pessoalmente, prefiro Gideão. Ele também foi muito corajoso! Afinal foi preciso muita coragem para enfrentar os milhares de midianitas com apenas 300 homens!
Sara - Ó Marco... mas parece que estás a esquecer-te de um pormenor... Ele só teve coragem porque confiou em Deus! Ele sabia que mesmo que a luta fosse grande, maior era Deus, que estava com ele.
Micas - É claro! Tu alguma vez conseguias fazer aquilo que Gideão fez?...
Marta - Mas acho que o melhor mesmo é tu contares um pouco mais acerca deste herói.
Marco - Tudo começou quando...
(Começa a música “Gideão temia algo”...eles continuam)
Mimi - Eu gosto mais de um outro herói. Ele foi poeta, cantor, pastor de ovelhas, matou um urso e um leão, matou um gigante...
Marta - Será que estás a falar de David?
Micas - Claro! Ele é que foi mesmo corajoso!
Daniela - Achas que consegues contar-nos a sua história?
Mimi - Se vocês me ajudarem! David começou por ser pastor dos rebanhos do seu pai e era o mais novo...
Zeca - Por isso é que tu gostas da história dele! Também és a mais nova!
Mimi - Posso falar? Eu até estava a contar a história dele! Bem... Ele gostava tanto de Deus e de estar com Ele que mesmo lá no campo ele cantava e tocava lindas canções para Deus. Deus agradou-se tanto da sua atitude que mais tarde David veio a ser Rei de Israel...
Marco - Mas que grande sorte! Eu também não me importava de ser rei!
Todos - Claro que não!
Mimi - E depois... bem, acho que não me lembro do resto...
Sara - Eu dou-te uma ajudinha! Quando ele chegou a rei fez muitas coisas boas mas também fez coisas que não devia ter feito... Ele desagradou a Deus e fez algo que não devia ter feito... apaixonou-se pela mulher de um dos seus guerreiros e mandou que o colocassem na pior zona da batalha e ele morreu...
Mimi - Mas isso é horrível! Afinal já não acho que o David tenha sido um grande herói...
Sara - Mas foi Mimi, é que ele arrependeu-se a sério e pediu perdão a Deus... A Bíblia diz-nos que Deus, porque nos ama muito, perdoa todos os nossos pecados e todas as nossas falhas quando nos arrependemos. Deus perdoou David e ele voltou a fazer o que agradava a Deus... Sabes que até para pedir perdão é preciso ter muita coragem?
(Começa a música “Rei Davi”... eles continuam)
Daniela - Mas até agora só temos estado a falar de homens... Será que não houve nenhuma heroína?
Marta - Estava a pensar nisso mesmo! Mas não me consigo lembrar de nenhuma!
Mimi - Eu até sei de uma... Mas não me lembro muito bem da história dela... tem uns nomes muito difíceis.
Daniela - Então dá-nos lá umas pistas...
Mimi - Ela era muito bonita e até chegou a rainha...
Daniela - Já sei!!! O nome dela era Ester!
(Começa a música”Ester confiou em Deus” )
Marta - Pois foi, ela chegou a rainha porque Deus queria usá-la para salvar os israelitas da morte. Houve até uma altura em que ela arriscou a sua vida para poder falar com o Rei Assuero... mas Deus estava com ela e ela cumpriu com aquilo que Deus tinha para a sua vida.
Mimi - Eu gostava tanto de ser uma rainha... Não precisava de fazer a cama, nem arrumar o meu quarto...
Todos - Claro, Mimi.
Sara - Sim, porque tu não gostas nada de fazer essas coisas, não é?
Zeca - Mas continuemos... posso contar agora a história do meu herói favorito?
Mimi – Claro que sim!
Zeca – O meu é o máximo... vê lá que ele até sobreviveu a uns leões!
Marta – A sério?
Zeca – Claro! Ele foi levado preso por um povo que tinha ganho a guerra contra o seu povo, mas diz que mesmo assim ele continuou a fazer aquilo que agradava a Deus. Diz a Bíblia que ele orava três vezes ao dia. No entanto existiam pessoas que não gostavam de Daniel e tentaram matá-lo, mas Deus livrou-o dos leões e demonstrou assim que ele era com Daniel.
Daniela – Isto também nos deve fazer pensar quantas vezes nós temos medo de fazer o que está certo por causa daquilo que os outros vão dizer... Daniel foi realmente muito corajoso e por isso Deus deu-lhe a vitória.
Marta – Realmente o teu herói foi o máximo...
(Começa a música “Daniel, homem de acção”... eles continuam como se estivessem a contar a história, no final desce o grupo de Coreografia).
CENA III
Avó Ana – Meninos, meninos... Temos estado aqui a ouvir o vosso jogo mas a verdade é que ainda não falaram do herói mais importante de toda a História.
Avô Chico – É verdade, sim senhor.
Avó Ana – Será que me deixam contar a história dele?
Todos - Claro, avó.
Avó Ana - Tudo começou há milhares de anos atrás quando Deus prometeu enviar Aquele que seria a Luz das Nações, o Rei dos reis e Senhor dos senhores.
(As luzes diminuem, música “Pequena vila de Belém”; começa a dramatização...)
Isaías - "Consolai, consolai o meu povo diz o vosso Deus. (...) Voz que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor: endireitai no ermo vereda ao nosso Deus. (...) E a glória do Senhor se manifestará, e toda a carne juntamente verá que foi a boca do Senhor que isto disse." - Isaías 40:1,3,5 (sai de cena)
Miqueias - "E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade." - Miqueias 5:2
Avô Chico - E Deus enviou Jesus, o Seu Filho à Terra. O Seu nascimento foi muito especial...
(Música – “O Rei Nasceu”)
Avó Ana - E especial foi também a Sua vida… Nada fez de errado e tudo o que fez foi por amor aos outros. Durante o Seu ministério Ele operou milagres e demonstrou amor… A Sua vida foi única, maravilhosa…
Avô Chico - Todo o Seu amor foi demonstrado quando Ele deu a Sua vida para morrer por nós… Para que nós nos pudéssemos chegar a Deus, como filhos e não como inimigos de Deus.
Marta - Grande foi realmente o presente que Deus deu ao mundo… o presente em Belém.
(Música - “O presente de Belém”,
segue-se o coral infantil “Mais precioso que a prata”)
Avó Ana – Sabem, Jesus não ficou morto! Ele voltou a viver provando que Ele é o Senhor da Vida… Ele é, sem dúvida, o maior herói da História.
Zeca - Jesus é que foi o maior herói da História… Eu gostava tanto de poder tê-lo conhecido!
Avó Ana - Mas sabes, Zeca, todos nós podemos conhecê-Lo. A Bíblia fala-nos acerca de Jesus, e do grande amor de Deus. Deus não está longe, sem se preocupar contigo… Ele está bem perto e está desejoso que tu o procures para conhecê-Lo.
(Música - “Cristo, o Filho de Deus”)
Daniela – D. Ana, eu quero conhecê-Lo mas não sei muito bem como é que vou conseguir!
Avó Ana - Basta que fales com Ele, pela oração (que acaba por ser uma conversa entre ti e Deus) e assim ficarás a conhecê-Lo.
Laura - Creio que todos precisamos conhecê-Lo melhor.
Avô Chico - E porque é que não vamos amanhã ao Culto de Natal que há lá na Igreja. O Natal é tão boa época para começar a conhecer Deus como outra qualquer.
Gaspar – Mas no Natal lembramos com maior intensidade o Seu grande amor por nós.
(Acender as velas para entrar)
Mimi - Podemos aproveitar e entregar a Ele as nossas vidas… o que acham?
Daniela - Mas que óptimo Natal estamos a ter… Vamos nos alegrar!
Gaspar – E não só hoje mas todo o ano podemos alegrar-nos em Deus, em Jesus e no amor que nos relembra o NATAL!
(Começa a música e as luzes diminuem… o Coro entra com velas nas mãos – “Glória a Deus (1)” – na passagem para o (2) maior intensidade da luz entram todos os participantes e a coreografia com fitas…)
FIM
O nosso objectivo, nesta festa, é ficcionar uma situação natalícia duma viagem que não se realizou e que acabou num jantar de família.
É esse o nosso ponto de partida para uma peça que nos permitirá conhecer os grandes heróis da História, não ficcionados e que podem ser exemplo para nós, hoje!
Uma ceia de Natal e um jogo dos mais novos vai permitir-nos conhecer Moisés, David, Ester e outros personagens bíblicos – Heróis a sério.
Esta produção natalícia pretende uma colaboração activa de vários ministérios e departamentos a funcionar na nossa Igreja, e não apenas uma produção da Escola Dominical.
Pretendemos que seja uma apresentação em português mas também compreensível aos visitantes franceses que, certamente, estarão a assistir.
Assim, em relação às músicas estas serão projectadas com as letras em francês podendo mesmo, nas que têm coros mais repetitivos, procurar cantá-los em francês.
Em relação à peça podemos tentar a tradução com recurso aos auscultadores mas, idealmente, toda a peça será atempadamente traduzida para o francês e terá uma tradução simultânea.
No que concerne às músicas existirá um esforço de gravação das mesmas com um grupo coral que se organizará para o efeito o que nos ajudará a que os esforços da sonoplastia se concentrem na peça (diálogos).
Como é perceptível terão de fazer-se alguns cenários ou elementos cénicos a usar durante a peça (nomeadamente nas músicas dos mais novos).
Para além disso esperamos contar com um bom número de participantes para as coreografias (já que as vozes serão gravadas).
Os ensaios estão marcados com toda a antecedência possível para que os participantes se possam organizar.
Atribuição de Responsabilidades:· ___________________
ADEREÇOS
Coral de Natal
- Batas brancas / azuis
- Velas brancas
- Papel de alumínio
- Fitas brilhantes
Crianças
-Fitas brilhantes
- Imagens de ouro, prata e diamantes
Coreografia
- Blusa colorida
- Saia / calça de ganga azul
Isaías e Miqueias
- vestidos à época com pergaminhos nas mãos
Procurar fazer algumas peças que contextualizem as coreografias (ex. Daniel – fazer 2 leões em cartão quando ele está a orar…, Ester – vestido de princesa…)
CENA I
Sala de estar com cadeiras/sofás, uma TV, a árvore de Natal montada a um canto e muitos presentes.
(entra o Zeca, chapéu ao contrário e mãos nos bolsos)
Zeca – Bem, mais um Natal, mais um jantar de Consoada… Vamos lá ver como é que este ano vai correr… O ano passado o avô Chico adormeceu no sofá e só ressonava… A avó Ana falava, falava… Não havia quem a calasse… Bem, que seca… O Natal só é fixe porque estou de férias da escola!
(Ouve-se uma campaínha e uma voz)
Laura - Ó Zeca, vai abrir a porta! Estão fartos de tocar à campainha!
Zeca – Já vou, mãe! (e murmura) Zeca, faz isto, Zeca, faz aquilo, tudo eu, tudo eu!
(sai de cena e volta a entrar com os avós)
Zeca – Então avô Chico? A viagem correu bem?
Avô Chico – Qual bem, qual nada! O teu pai parece um louco ao volante… Estou aqui que nem posso!
Zeca – Avô também não exagere – os avós moram aqui tão perto!
Avó Ana – Pois é Zequinha, o teu avó está cá um rezingão… Sabes ainda me lembro quando nos casámos (O Zeca repete em uníssono com ela) ele ia desmaiando com os nervos…
Zeca (interrompendo a avó) – Pois, pois avó, já me contou essa história umas mil vezes!!! Olhe, espere aí um bocadinho que eu vou abrir a porta.
(os avós sentam-se nas cadeiras frente à televisão…entra o Zeca com os primos)
Zeca – Fixe, pá! Eu não sabia que vocês também vinham!
Mimi – (com um ar aborrecido) Nem nós… mas cancelaram a nossa viagem para a neve e os nossos pais resolveram vir passar o Natal convosco…
Marco – Não estejas assim, Mimi. Pode ser que possamos ir lá no próximo mês… E para mais, o Natal na casa dos tios é sempre muito divertido!
Sara – É verdade, ainda me lembro do último Natal que passámos todos juntos… já foi há uns anos mas lembro-me que a tia Laura fez cá uns docinhos!!!
Marco – Então a Marta? Não está cá?
Zeca – A minha irmã foi buscar uma colega que está cá a estudar e que não pôde ir a casa. Deve estar para aí a chegar. Olha, querem ir ver o meu quarto? Tenho lá uns jogos fixes!!!
Marco – Vamos lá…
(Os rapazes saem… As raparigas metem conversa com os avós, em silêncio. Entra a Laura e o Gaspar…)
Laura – Olha as minhas sobrinhas! Que grandes estão! Dêem cá um beijinho à tia. Então, meus amores, a viagem correu bem?
Gaspar – Então os teus pais onde estão? Precisam de ajuda para as malas?
Sara – Está tudo bem. Os meus pais foram só arrumar o carro.
(Entram a Mila e o Sérgio, carregados de presentes. Com eles chega também a Marta e a colega)
Laura – Mila, Sérgio, que bom que puderam vir para estarmos todos juntos este ano!
Mila – Pois é Laura… sabes, até foi bom terem cancelado a nossa viagem. A Mimi é que não ficou nada satisfeita…
Sérgio – Mas a birra passa-lhe depressa, não é Mimi?
Mimi – Eu não estou a fazer birra! (cruza os braços e faz beicinho)
Gaspar – Claro que não Micas… mas olha que a última vez que te vi estavas bem mais alegre!!!
(Riem-se todos e Gaspar sai de cena. Entra a Marta com a Daniela)
Laura – Ó Daniela, sê muito bem-vinda cá a casa. É um prazer para nós que passes o Natal connosco.
Daniela – Obrigada D. Laura. Ainda bem que a Marta me convidou senão ia ser uma tristeza… estou habituada a passar o Natal com os meus pais lá na terra… Mas este ano com os exames… Bem, mas tenho a certeza que me vou sentir muito bem convosco.
Laura – Sente-te em casa! Mas venham jantar… O Gaspar está a acabar de pôr a mesa mas damos todos uma ajudinha…
Coro infantil entra e canta “Vem e adora”; levantam-se saindo de cena…
CENA II
Musica natalícia de fundo.
Sobe o grupo de Coreografia.
Todos voltam a entrar na sala. Os adultos sentam-se à volta da televisão e os mais novos sentam-se no chão, em almofadas ou em banquinhos junto da árvore.
Daniela – Marta, a tua mãe é uma óptima cozinheira! Que bom que estava tudo!
Zeca – É verdade, é. A minha mãe é o máximo na cozinha!
Marta – Mas e agora? Alguém tem sugestões? Querem jogar algum jogo?
Mimi – Sim! Podemos jogar ao jogo dos Heróis!
Zeca – Jogo dos heróis? Deves estar a brincar comigo! Esse jogo não existe!
Daniela – Existe sim! E por acaso costumo jogá-lo com os meus irmãos e os meus primos…
Mimi – Estás a ver?
Marta – Também nunca ouvi falar acerca desse jogo… Como é que se joga?
Daniela – É muito fácil! Cada um de nós tem de contar a história de um herói. A única condição é que seja um herói a sério… Não podem ser inventados como o Super-homem ou Homem Aranha…
Zeca – Já sei! Podem ser heróis da Bíblia?
Daniela – Boa!
(Cantam a música Heróis de Verdade. Enquanto isso os miúdos ficam a gesticular…)
Marta - Posso ser eu a começar?
(Todos concordam)
Marta - Há um herói da Bíblia de quem eu gosto particularmente. É Moisés. Ele no início estava um pouco receoso se seria capaz de realizar a sua tarefa daí ter dado a Deus imensas desculpas: primeiro que não sabia falar, depois que ninguém ia acreditar nele e finalmente pediu para Deus escolher outro. No entanto, ele obedeceu a Deus e isso fez com que ele visse o grande poder do Senhor.
Zeca - É verdade... lembram-se quando...
(Começa a música “Vai Moisés”... continuam a contar a história)
Marco - Eu pessoalmente, prefiro Gideão. Ele também foi muito corajoso! Afinal foi preciso muita coragem para enfrentar os milhares de midianitas com apenas 300 homens!
Sara - Ó Marco... mas parece que estás a esquecer-te de um pormenor... Ele só teve coragem porque confiou em Deus! Ele sabia que mesmo que a luta fosse grande, maior era Deus, que estava com ele.
Micas - É claro! Tu alguma vez conseguias fazer aquilo que Gideão fez?...
Marta - Mas acho que o melhor mesmo é tu contares um pouco mais acerca deste herói.
Marco - Tudo começou quando...
(Começa a música “Gideão temia algo”...eles continuam)
Mimi - Eu gosto mais de um outro herói. Ele foi poeta, cantor, pastor de ovelhas, matou um urso e um leão, matou um gigante...
Marta - Será que estás a falar de David?
Micas - Claro! Ele é que foi mesmo corajoso!
Daniela - Achas que consegues contar-nos a sua história?
Mimi - Se vocês me ajudarem! David começou por ser pastor dos rebanhos do seu pai e era o mais novo...
Zeca - Por isso é que tu gostas da história dele! Também és a mais nova!
Mimi - Posso falar? Eu até estava a contar a história dele! Bem... Ele gostava tanto de Deus e de estar com Ele que mesmo lá no campo ele cantava e tocava lindas canções para Deus. Deus agradou-se tanto da sua atitude que mais tarde David veio a ser Rei de Israel...
Marco - Mas que grande sorte! Eu também não me importava de ser rei!
Todos - Claro que não!
Mimi - E depois... bem, acho que não me lembro do resto...
Sara - Eu dou-te uma ajudinha! Quando ele chegou a rei fez muitas coisas boas mas também fez coisas que não devia ter feito... Ele desagradou a Deus e fez algo que não devia ter feito... apaixonou-se pela mulher de um dos seus guerreiros e mandou que o colocassem na pior zona da batalha e ele morreu...
Mimi - Mas isso é horrível! Afinal já não acho que o David tenha sido um grande herói...
Sara - Mas foi Mimi, é que ele arrependeu-se a sério e pediu perdão a Deus... A Bíblia diz-nos que Deus, porque nos ama muito, perdoa todos os nossos pecados e todas as nossas falhas quando nos arrependemos. Deus perdoou David e ele voltou a fazer o que agradava a Deus... Sabes que até para pedir perdão é preciso ter muita coragem?
(Começa a música “Rei Davi”... eles continuam)
Daniela - Mas até agora só temos estado a falar de homens... Será que não houve nenhuma heroína?
Marta - Estava a pensar nisso mesmo! Mas não me consigo lembrar de nenhuma!
Mimi - Eu até sei de uma... Mas não me lembro muito bem da história dela... tem uns nomes muito difíceis.
Daniela - Então dá-nos lá umas pistas...
Mimi - Ela era muito bonita e até chegou a rainha...
Daniela - Já sei!!! O nome dela era Ester!
(Começa a música”Ester confiou em Deus” )
Marta - Pois foi, ela chegou a rainha porque Deus queria usá-la para salvar os israelitas da morte. Houve até uma altura em que ela arriscou a sua vida para poder falar com o Rei Assuero... mas Deus estava com ela e ela cumpriu com aquilo que Deus tinha para a sua vida.
Mimi - Eu gostava tanto de ser uma rainha... Não precisava de fazer a cama, nem arrumar o meu quarto...
Todos - Claro, Mimi.
Sara - Sim, porque tu não gostas nada de fazer essas coisas, não é?
Zeca - Mas continuemos... posso contar agora a história do meu herói favorito?
Mimi – Claro que sim!
Zeca – O meu é o máximo... vê lá que ele até sobreviveu a uns leões!
Marta – A sério?
Zeca – Claro! Ele foi levado preso por um povo que tinha ganho a guerra contra o seu povo, mas diz que mesmo assim ele continuou a fazer aquilo que agradava a Deus. Diz a Bíblia que ele orava três vezes ao dia. No entanto existiam pessoas que não gostavam de Daniel e tentaram matá-lo, mas Deus livrou-o dos leões e demonstrou assim que ele era com Daniel.
Daniela – Isto também nos deve fazer pensar quantas vezes nós temos medo de fazer o que está certo por causa daquilo que os outros vão dizer... Daniel foi realmente muito corajoso e por isso Deus deu-lhe a vitória.
Marta – Realmente o teu herói foi o máximo...
(Começa a música “Daniel, homem de acção”... eles continuam como se estivessem a contar a história, no final desce o grupo de Coreografia).
CENA III
Avó Ana – Meninos, meninos... Temos estado aqui a ouvir o vosso jogo mas a verdade é que ainda não falaram do herói mais importante de toda a História.
Avô Chico – É verdade, sim senhor.
Avó Ana – Será que me deixam contar a história dele?
Todos - Claro, avó.
Avó Ana - Tudo começou há milhares de anos atrás quando Deus prometeu enviar Aquele que seria a Luz das Nações, o Rei dos reis e Senhor dos senhores.
(As luzes diminuem, música “Pequena vila de Belém”; começa a dramatização...)
Isaías - "Consolai, consolai o meu povo diz o vosso Deus. (...) Voz que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor: endireitai no ermo vereda ao nosso Deus. (...) E a glória do Senhor se manifestará, e toda a carne juntamente verá que foi a boca do Senhor que isto disse." - Isaías 40:1,3,5 (sai de cena)
Miqueias - "E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade." - Miqueias 5:2
Avô Chico - E Deus enviou Jesus, o Seu Filho à Terra. O Seu nascimento foi muito especial...
(Música – “O Rei Nasceu”)
Avó Ana - E especial foi também a Sua vida… Nada fez de errado e tudo o que fez foi por amor aos outros. Durante o Seu ministério Ele operou milagres e demonstrou amor… A Sua vida foi única, maravilhosa…
Avô Chico - Todo o Seu amor foi demonstrado quando Ele deu a Sua vida para morrer por nós… Para que nós nos pudéssemos chegar a Deus, como filhos e não como inimigos de Deus.
Marta - Grande foi realmente o presente que Deus deu ao mundo… o presente em Belém.
(Música - “O presente de Belém”,
segue-se o coral infantil “Mais precioso que a prata”)
Avó Ana – Sabem, Jesus não ficou morto! Ele voltou a viver provando que Ele é o Senhor da Vida… Ele é, sem dúvida, o maior herói da História.
Zeca - Jesus é que foi o maior herói da História… Eu gostava tanto de poder tê-lo conhecido!
Avó Ana - Mas sabes, Zeca, todos nós podemos conhecê-Lo. A Bíblia fala-nos acerca de Jesus, e do grande amor de Deus. Deus não está longe, sem se preocupar contigo… Ele está bem perto e está desejoso que tu o procures para conhecê-Lo.
(Música - “Cristo, o Filho de Deus”)
Daniela – D. Ana, eu quero conhecê-Lo mas não sei muito bem como é que vou conseguir!
Avó Ana - Basta que fales com Ele, pela oração (que acaba por ser uma conversa entre ti e Deus) e assim ficarás a conhecê-Lo.
Laura - Creio que todos precisamos conhecê-Lo melhor.
Avô Chico - E porque é que não vamos amanhã ao Culto de Natal que há lá na Igreja. O Natal é tão boa época para começar a conhecer Deus como outra qualquer.
Gaspar – Mas no Natal lembramos com maior intensidade o Seu grande amor por nós.
(Acender as velas para entrar)
Mimi - Podemos aproveitar e entregar a Ele as nossas vidas… o que acham?
Daniela - Mas que óptimo Natal estamos a ter… Vamos nos alegrar!
Gaspar – E não só hoje mas todo o ano podemos alegrar-nos em Deus, em Jesus e no amor que nos relembra o NATAL!
(Começa a música e as luzes diminuem… o Coro entra com velas nas mãos – “Glória a Deus (1)” – na passagem para o (2) maior intensidade da luz entram todos os participantes e a coreografia com fitas…)
FIM
Supplément au diplôme de Service Social avec base dans le modèle élaboré par la commission Européenne, par le conseil de l’Europe et par UNESCO/CEPES
TRADUÇÃO PARA O FRANCÊS
INFORMATION QUI IDENTIFIE LA QUALIFICATION :
Désignation de la qualification : «Licenciatura»
Principaux domaine d’étude de la qualification : Service Social, Psychologie, Economie, Sociologie, Méthodes et Droit.
Désignation et statut de l’institution : Institut Supérieur de Service Social de Lisbonne. Etablissement d’enseignement supérieur particulier et coopératif
Langue d’apprentissage/Evaluation : Portugais
3. INFORMATION SUR LE NIVEAU DE LA QUALIFICATION :
3.1 Niveau de qualification : Diplôme de fin d’études universitaires
3.2 Durée officielle du programme d’études : 4 ans
3.3 Conditions d’accès :
3.3.1. Obéi au régime d’accès aux enseignements Supérieurs publics, particuliers et coopératifs, prévu dans le décrets loi Nº296-A/du 25 septembre 1998 (DL N°99/ du 30 mars 1990)
3.3.2. Qu’ils soient titulaires d’un cours d’enseignement secondaire ou de diplôme légalement équivalent
3.3.3. Qu’ils aient réalisé l’examen national dans l’une des disciplines spécifiées suivantes : Histoire, Philosophie ou Portugais
3.3.4. Qu’ils aient la preuve d’admission, classement non inférieur à 95 points dans l’échelle de 0 à 200.
3.3.5. Examen extraordinaire d’évaluation de capacité pour accéder à l’enseignement Supérieur (Arrêté N°122/ du 24 février 1994, modifié par l’arrêté N°14/ du 07 février 1998, arrêté N°106/2002)
4 INFORMATION SUR LE CONTENU ET LES RESULTATS OBTENUS :
4.1 Régime d’étude : A temps complet, incluant les stages
4.2 Conditions du programme d’études
4.2.1 Pour accéder à la 3ème année il est nécessaire que l’élève obtienne de bons résultats dans les disciplines : d’Histoire des institutions Sociales et du Service Social ; Théorie et Méthodologie du Service Social I ; Théorie et Méthodologie du Service Social II.
4.2.2. Pour accéder à la 4ème année, il est nécessaire avoir de bon résultats dans
* Théorie et Méthodologie du Service Social III
* Séminaire d’Intervention en Service Social (3° année)
* On ne peu s’inscrire dans la discipline de Déontologie du Service Social s’il y a de bons résultats dans la discipline de l’Éthique et Service Sociale
4.3 Détails du programme de l’étude. Le programme d’étude contemple deux systèmes d’évaluations
4.3.1 Régimes d’évaluation des disciplines théoriques:
4.3.1.1. Régime Général:
4.3.1.1.1. Evaluation des disciplines annuelles et réalisées moyennant un minimum de 2 (deux) et un maximum de 3 (trois) épreuves. L’évaluation des disciplines semestrielles et réalisée moyennant deux épreuves. Pendant tous les ans, une épreuve écrite de chaque discipline, sera obligatoirement un test.
4.3.1.1.2. Les disciplines semestrielles peuvent être évaluées moyennant une seule épreuve écrite, sous la forme de test, par des propositions du professeur et avec l’accord écrit du Conseil Pédagogique.
4.3.1.1.3. Dans toutes les disciplines des trois premières années des cours, la matière enseignée devra être évaluée par test ou instrument similaire, sans porté préjudice aux autres formes d’évaluations.
4.3.1.1.4. Dans ce régime on considère approuvé les élèves qui ont obtenus comme moyenne finale le classement minimal de 10 (dix) points.
4.3.1.1.5 Les élèves qui obtiennent le classement négatif dans l’évaluation continue, auront accès à l’examen final selon l’époque, lequel aura un incident sur toute la matière enseignée.
4.3.1.2 Régime extraordinaire :
4.3.1.2.1 Les élèves qui opteront pour ce régime, sont sujets aux réalisations des fréquences.
4.3.1.2.2. Les élèves qui obtiendront le classement positif dans chaque fréquence, sont dispensés de l’examen écrit et oral
4.3.1.2.3. Les élèves qui n’obtiendront pas le classement positif dans chaque fréquence, sont sujets à l’examen écrit et oral
4.3.2. Régime de l’évaluation de séminaires de stages et d’investigations :
4.3.2.1. Les séminaires et stages sont de fréquence obligatoire, selon des critères à établir dans le Règlement spécifique de chaque année. Dépassée la limite d’absence établie, il y a lieu de refus.
4.3.2.2. Aux stages seront exclusivement appliqué les instruments d’évaluations qui apprécie la qualité du travail réalisé et la dynamique d’apprentissage et application. Ce processus d’évaluation sera individualisé et enregistré dans leurs différentes phases.
4.3.2.3. Etant les Séminaires d’Intervention en Service Social et les Séminaires d’Investigation en Service Social, instances théorique-pratiques, l’évaluation de leurs deux sources, séminaire et stage ou investigation, est solidaire. Le refus dans l’une des sources conditionne le redoublement de la fréquence obligatoire de l’autre et la respective évaluation.
* Le travail final de l’Investigation consiste dans la défense de la Mémoire en session publique devant un jury de deux professeurs.
4.4. Système de classement. Le classement est fait sur une échelle de « 0 » à « 20 » points. La note minimale pour obtenir la réussite est de 10 points.
4.5 Classement global de la qualification : attribution de moyenne quantitative sur une échelle de « 0 » à « 20 » points
5 INFORMATIONS SUR LA FONCTION DE LA QUALIFICATION :
5.1. Accès à un niveau d’étude supérieur
5.1.1. L’évaluation égale ou supérieure à 10 points donne accès à des aux cours POST-Diplôme de fin d’étude sans attribution de titre.
5.1.2. L’évaluation égale ou supérieure à 14 points donne accès direct aux cours de diplôme d’études approfondies / Master[1].
5.1.3 L’évaluation égale ou supérieure à 16 points donne accès direct aux cours de Doctorat[2].
5.2 Statut professionnel : Accès à la profession d’Assistante Sociale
6 INFORMATIONS COMPLEMENTAIRES :
6.1 Informations complémentaires : Le programme de formation dans le cadre des stages il envisage 750 heures de formations dans des institutions publiques et privées dans la communauté et dans le cadre de l’investigation il envisage 400 heures de travail sur le champ.
[1] L’accès au cours d’étude approfondies n’est pas conditionné par l’évaluation des 14 points, mais aussi en fonction de l’analyse du curriculum
[2] L’accès au cours de doctorat n’est pas conditionné seulement par l’évaluation des 16 points mais aussi par la réalisation des cours de diplôme d’études approfondies et de l’analyse du curriculum
La activité professionell des AS au Portugal
Les détenteurs de ce diplôme développent au Portugal leur activité professionnelle dans une grande diversité d'institutions :
- dans les Services Publics, dans la plupart des Ministères et particulièrement dans ceux de l'Emploi et de la Sécurité Sociale, de la Santé, de la Justice et de l'Éducation. Ces services publics incluent notamment les Instituts de la Solidarité et de la Sécurité Sociale, les Équipements Sociaux d'Aide à l'Enfance, à la Jeunesse, aux Personnes handicapées et aux Personnes âgées, les Centres de Formation Professionnelle, les Centres de Santé et les Hôpitaux, les Centres de Prévention de la consommation de Drogue et d'Aide à la Toxicomanie, les Établissements Pénitentiaires, les Services de Réinsertion Sociale et les Tribunaux, ainsi que les Services d'Aide Sociale dans les Écoles ;
- au sein des Mairies, dans les Services Municipaux d'Habitation, d'Action Sociale, d'Éducation, d'Action Culturelle, de Santé et de Ressources Humaines ;
- dans le cadre des Organisations Sociales non Lucratives, des Associations, des Coopératives et des Syndicats, des Institutions de Solidarité Sociale d’initiative privée intervenant dans de nombreux secteurs, des Services Sociaux liés aux Églises, des Associations de Malades, des Coopératives d'Habitation, des Associations d'Habitants, des Associations d'Éducation d'Adultes et d'Animation Culturelle, des Associations de Jeunes, des Associations de Développement Agricole et au sein des Associations de Défense des Droits Humains ;
- dans les Entreprises de différents secteurs d’activités, au sein de leurs Services de Gestion des Ressources Humaines, d’Action Sociale et de Médecine du Travail.
(tradução: Dina Pedro - informações retiradas do site internet : http://www.lis.ulusiada.pt/cursos/bolonha/ciclos_2006_2007/servicosocial/1_ciclo/default.htm)
- dans les Services Publics, dans la plupart des Ministères et particulièrement dans ceux de l'Emploi et de la Sécurité Sociale, de la Santé, de la Justice et de l'Éducation. Ces services publics incluent notamment les Instituts de la Solidarité et de la Sécurité Sociale, les Équipements Sociaux d'Aide à l'Enfance, à la Jeunesse, aux Personnes handicapées et aux Personnes âgées, les Centres de Formation Professionnelle, les Centres de Santé et les Hôpitaux, les Centres de Prévention de la consommation de Drogue et d'Aide à la Toxicomanie, les Établissements Pénitentiaires, les Services de Réinsertion Sociale et les Tribunaux, ainsi que les Services d'Aide Sociale dans les Écoles ;
- au sein des Mairies, dans les Services Municipaux d'Habitation, d'Action Sociale, d'Éducation, d'Action Culturelle, de Santé et de Ressources Humaines ;
- dans le cadre des Organisations Sociales non Lucratives, des Associations, des Coopératives et des Syndicats, des Institutions de Solidarité Sociale d’initiative privée intervenant dans de nombreux secteurs, des Services Sociaux liés aux Églises, des Associations de Malades, des Coopératives d'Habitation, des Associations d'Habitants, des Associations d'Éducation d'Adultes et d'Animation Culturelle, des Associations de Jeunes, des Associations de Développement Agricole et au sein des Associations de Défense des Droits Humains ;
- dans les Entreprises de différents secteurs d’activités, au sein de leurs Services de Gestion des Ressources Humaines, d’Action Sociale et de Médecine du Travail.
(tradução: Dina Pedro - informações retiradas do site internet : http://www.lis.ulusiada.pt/cursos/bolonha/ciclos_2006_2007/servicosocial/1_ciclo/default.htm)
Référentiel de compétences proféssionnels des AS diplomés du ISSSL
1. Intervention professionnelle en service social
- Conduite de l'intervention sociale individuelle
1.1 Evaluer une situation ;
1.2 Evaluer et mettre en oeuvre un plan d'aide négocié;
1.3 Apprécier les résultats de l'intervention ;
- Conduite de l'intervention sociale d'intérêt collectif
1.4 Concevoir et mener des actions avec les groupes et la communauté ;
1.5 Impulser et accompagner des actions collectives ;
1.6 Contribuer au développement de projets territoriaux ;
2. Expertise sociale
2.1 Observer, analyser, exploiter les éléments qui caractérisent une situation individuelle, un territoire d'intervention ou des populations et anticiper leurs évolutions ; Analyse des problèmes sociaux ;
2.2 Veille professionnelle ; s'informer et se former pour faire évoluer ses pratiques.
2.3 Développer et transférer ses compétences professionnelles ;
2.4 Développer des activités de Recherche appliquée et de Diagnostic social servant de base à des Plans d’action stratégique
3. Communication professionnelle en travail social
3.1 Elaborer, gérer et transmettre de l'information ;
3.2 Etablir une relation professionnelle (avec les personnes, les collègues et les institutions/organisations).
4. Implication dans les dynamiques partenariales, institutionnelles et inter institutionnelles
4.1 Développer des actions en partenariat et en réseau ;
4.2 Assurer une fonction de médiation ;
4.3 S'inscrire dans un travail d'équipe ;
- Conduite de l'intervention sociale individuelle
1.1 Evaluer une situation ;
1.2 Evaluer et mettre en oeuvre un plan d'aide négocié;
1.3 Apprécier les résultats de l'intervention ;
- Conduite de l'intervention sociale d'intérêt collectif
1.4 Concevoir et mener des actions avec les groupes et la communauté ;
1.5 Impulser et accompagner des actions collectives ;
1.6 Contribuer au développement de projets territoriaux ;
2. Expertise sociale
2.1 Observer, analyser, exploiter les éléments qui caractérisent une situation individuelle, un territoire d'intervention ou des populations et anticiper leurs évolutions ; Analyse des problèmes sociaux ;
2.2 Veille professionnelle ; s'informer et se former pour faire évoluer ses pratiques.
2.3 Développer et transférer ses compétences professionnelles ;
2.4 Développer des activités de Recherche appliquée et de Diagnostic social servant de base à des Plans d’action stratégique
3. Communication professionnelle en travail social
3.1 Elaborer, gérer et transmettre de l'information ;
3.2 Etablir une relation professionnelle (avec les personnes, les collègues et les institutions/organisations).
4. Implication dans les dynamiques partenariales, institutionnelles et inter institutionnelles
4.1 Développer des actions en partenariat et en réseau ;
4.2 Assurer une fonction de médiation ;
4.3 S'inscrire dans un travail d'équipe ;
COMPARAISON DES RÉFÉRENTIELS DE FORMATION PRATIQUE DEASS / Diplôme ISSSL
FORMATION PRATIQUE :
1680 HEURES (12 MOIS)
ENSEIGNEMENT THÉORICO-PRATIQUE :
* Contextes et pratiques du Service Social I - 30 h
* Contextes et pratiques du Service Social II - 30 h
* Méth. et techn. de Recherche en Sciences Sociales I - 45 h
* Méth. et tech. de Recherche en Sciences Sociales II - 90 h
* Séminaire d’Intervention en Service Social I - 90 h
* Séminaire d’Intervention en Service Social II - 90 h
* Recherche en Service Social - 60 h
TOTAL : 435 h
STAGES :
· 3eme année – 210 h
· 4eme année – 540 h
· Travail d’enquête de terrain – 400 h
TOTAL : 1150 h
1680 HEURES (12 MOIS)
ENSEIGNEMENT THÉORICO-PRATIQUE :
* Contextes et pratiques du Service Social I - 30 h
* Contextes et pratiques du Service Social II - 30 h
* Méth. et techn. de Recherche en Sciences Sociales I - 45 h
* Méth. et tech. de Recherche en Sciences Sociales II - 90 h
* Séminaire d’Intervention en Service Social I - 90 h
* Séminaire d’Intervention en Service Social II - 90 h
* Recherche en Service Social - 60 h
TOTAL : 435 h
STAGES :
· 3eme année – 210 h
· 4eme année – 540 h
· Travail d’enquête de terrain – 400 h
TOTAL : 1150 h
COMPARAISON DES RÉFÉRENTIELS DE FORMATION THÉORIQUE DEASS / Diplôme ISSSL
UFP : THÉORIE ET PRATIQUE DE L’INTERVENTION EN SERVICE SOCIAL
460 HEURES
* Histoire des Instit. Sociales et du Service Social - 60 h
* Théorie et méthodologie du Service Social I - 45 h
* Théorie et méthodologie du Service Social II - 120 h
* Théorie et méthodologie du Service Social III - 120 h
TOTAL : 345 h
UFC : PHILOSOPHIE DE L’ACTION, ÉTHIQUE
120 HEURES
* Éthique et Service Social - 30 h
* Déontologie du Service Social - 30 h
TOTAL : 60 h
UFC : DROIT
120 HEURES
* Introd. à l’étude du droit - 30 h
* Droit de la famille - 30 h
* Droit des mineurs - 30 h
TOTAL : 90 h
UFC : LÉGISLATION ET POLITIQUES SOCIALES
160 HEURES
* Politique Social I - 90 h
* Politique Social II - 45 h
TOTAL : 135 h
UFC : SOCIOLOGIE, ANTHROPOLOGIE, ETHNOLOGIE
120 HEURES
* Anthropologie culturelle - 45 h
* Interaction culturelle dans les soc. complexes - 30 h
* Sociologie – 90 h
* Sociologie de l’organisation sociale - 45 h
* Sociologie de la vie quotidienne - 45 h
TOTAL : 255 h
UFC : PSYCHOLOGIE, SCIENCES DE L’ÉDUCATION, SCIENCES DE L’INFORMATION, COMMUNICATION
120 HEURES
* Psychologie du développement - 90 h
* Psychologie de la personnalité - 45 h
* Psychologie sociale - 45 h
* Psychologie organisationnelle - 30 h
* Psychopathologie - 30 h
TOTAL : 240 h
UFC : ÉCONOMIE, DÉMOGRAPHIE
120 HEURES
* Population et territoire - 30 h
* Economie - 90 h
* Economie portugaise et européenne - 45 h
* Economie sociale - 45 h
TOTAL : 210 h
UFC : SANTÉ
120 HEURES
APPROFONDISSEMENT :
200 HEURES
* Supervision en Service Social - 30 h
* Administration Sociale - 45 h
* Statistiques appliquées aux sciences sociales - 90 h
* Animation Socioculturelle - 30 h
* Intervention communautaire et développement local - 30 h
TOTAL : 225 h
PRÉPARATION À LA CERTIFICATION :
200 HEURES
UF FACULTATIVE : APPROFONDISSEMENT D’UNE LANGUE VIVANTE ÉTRANGÈRE
120 HEURES
460 HEURES
* Histoire des Instit. Sociales et du Service Social - 60 h
* Théorie et méthodologie du Service Social I - 45 h
* Théorie et méthodologie du Service Social II - 120 h
* Théorie et méthodologie du Service Social III - 120 h
TOTAL : 345 h
UFC : PHILOSOPHIE DE L’ACTION, ÉTHIQUE
120 HEURES
* Éthique et Service Social - 30 h
* Déontologie du Service Social - 30 h
TOTAL : 60 h
UFC : DROIT
120 HEURES
* Introd. à l’étude du droit - 30 h
* Droit de la famille - 30 h
* Droit des mineurs - 30 h
TOTAL : 90 h
UFC : LÉGISLATION ET POLITIQUES SOCIALES
160 HEURES
* Politique Social I - 90 h
* Politique Social II - 45 h
TOTAL : 135 h
UFC : SOCIOLOGIE, ANTHROPOLOGIE, ETHNOLOGIE
120 HEURES
* Anthropologie culturelle - 45 h
* Interaction culturelle dans les soc. complexes - 30 h
* Sociologie – 90 h
* Sociologie de l’organisation sociale - 45 h
* Sociologie de la vie quotidienne - 45 h
TOTAL : 255 h
UFC : PSYCHOLOGIE, SCIENCES DE L’ÉDUCATION, SCIENCES DE L’INFORMATION, COMMUNICATION
120 HEURES
* Psychologie du développement - 90 h
* Psychologie de la personnalité - 45 h
* Psychologie sociale - 45 h
* Psychologie organisationnelle - 30 h
* Psychopathologie - 30 h
TOTAL : 240 h
UFC : ÉCONOMIE, DÉMOGRAPHIE
120 HEURES
* Population et territoire - 30 h
* Economie - 90 h
* Economie portugaise et européenne - 45 h
* Economie sociale - 45 h
TOTAL : 210 h
UFC : SANTÉ
120 HEURES
APPROFONDISSEMENT :
200 HEURES
* Supervision en Service Social - 30 h
* Administration Sociale - 45 h
* Statistiques appliquées aux sciences sociales - 90 h
* Animation Socioculturelle - 30 h
* Intervention communautaire et développement local - 30 h
TOTAL : 225 h
PRÉPARATION À LA CERTIFICATION :
200 HEURES
UF FACULTATIVE : APPROFONDISSEMENT D’UNE LANGUE VIVANTE ÉTRANGÈRE
120 HEURES
Assistente social e Técnico de política social
Natureza do trabalho
No final do século XIX, o serviço social institucionalizou-se, enquanto área académica e profissional das ciências sociais, nas sociedades ocidentais assentes numa economia de mercado e caracterizadas por um contexto socio-político e cultural de progressivo reconhecimento dos direitos sociais dos indivíduos, do seu direito ao bem-estar e ao desenvolvimento. Hoje em dia, os assistentes sociais e os técnicos de política social procuram promover uma melhor adaptação dos indivíduos, famílias e outros grupos ao meio social em que vivem, auxiliando-os na solução dos seus problemas (familiares, económicos, etc.). O serviço social visa a mudança da sociedade, particularmente no que diz respeito às pessoas que sofrem as consequências de quaisquer formas de exclusão e injustiça social, devido a pobreza, desemprego, doença, cumprimento de pena ou violação dos Direitos Humanos.
A intervenção destes profissionais tem como objectivo fundamental promover o desenvolvimento de capacidades e competências sociais – sejam elas colectivas ou individuais – a três níveis: cognitivo (do conhecimento), fornecendo informação aos indivíduos, incentivando a sua compreensão para o funcionamento da sociedade e orientando-os sobre a melhor forma de utilizarem os seus recursos; relacional, facilitando o desenvolvimento das relações interpessoais e grupais, capacitando os indivíduos para assumirem novos papéis e estimulando novas formas de comunicação e expressão; organizativo, promovendo a interacção entre cidadãos, organizações e outras estruturas sociais, accionando ou criando novos recursos sociais e desenvolvendo a participação e a capacidade organizativa dos indivíduos e grupos.
De uma maneira geral, desempenham as seguintes funções:
detectam quais as necessidades gerais de um indivíduo, família ou grupo (processo designado por diagnóstico da situação);
reúnem informações susceptíveis de dar resposta às necessidades dos indivíduos e grupos e aconselham-nos sobre os seus direitos e obrigações;
fazem atendimento aos indivíduos no âmbito de um determinado organismo ou instituição, encaminhando-os para as diversas entidades públicas e privadas que podem auxiliá-los na resolução dos seus problemas (autarquias, escolas, serviços da Segurança Social, associações de solidariedade social, etc.);
incentivam os indivíduos, famílias e outros grupos a resolverem os seus problemas, tanto quanto possível através dos próprios meios, promovendo uma atitude de autonomia e participação – encorajando-os, por exemplo, a dirigirem-se a entidades empregadoras, instituições de solidariedade social, serviços sociais, entre outros, para procurarem resolver os seus problemas;
colaboram na definição e avaliação das políticas sociais, com base nos conhecimentos obtidos através de estudos que efectuam junto de determinada população, para melhor adequação entre as medidas de política social e os direitos reconhecidos aos cidadãos.
Normalmente, a intervenção dos assistentes sociais e dos técnicos de política social está enquadrada no âmbito de uma dada instituição ou de um determinado projecto. No âmbito de projectos de combate à pobreza, por exemplo, podem intervir na integração sócio-profissional dos jovens de um determinado bairro degradado. Por outro lado, a sua intervenção pode abranger vários tipos de populações-alvo: idosos que vivem em situação de isolamento e/ou com graves carências económicas, crianças abandonadas ou em risco de abandono, jovens em risco de marginalidade, toxicodependentes, reclusos e ex-reclusos, sem-abrigo, grupos étnicos com problemas de integração ou pessoas com deficiência, entre outras.
A maioria destes profissionais trabalha no âmbito de equipas multidisciplinares, que podem variar consoante o campo de intervenção. Assim, é comum colaborarem com médicos, enfermeiros, professores, educadores de infância, psicólogos, sociólogos ou juristas.
Dadas as suas características, esta profissão exige uma boa capacidade de análise das situações. Ter espírito de iniciativa, capacidade para dialogar com todo o tipo de pessoas e gosto pelo trabalho em equipa são qualidades igualmente importantes. Fundamental é gostar de trabalhar com pessoas, ter um interesse real pelos seus problemas e respeito pela autonomia e liberdade de cada um. Devido ao contacto próximo com a vida e os problemas das pessoas com quem trabalham, estes profissionais podem estar sujeitos ao desgaste emocional, o que exige deles a capacidade de distanciamento e de resistência à frustração, pois nem sempre é possível resolver os problemas da forma pretendida.
Emprego
Estes profissionais desenvolvem a sua actividade numa grande diversidade de instituições, tanto no sector público, como no sector privado. No sector público, são várias as instituições que podem empregar estes profissionais e estão enquadradas em sectores tão diferentes como a saúde, a educação, a justiça e a segurança social, entre outros. Na administração pública central, podem trabalhar em diversos ministérios, com destaque para as áreas do emprego, da segurança social, da saúde, da justiça e da educação. Estes serviços públicos abrangem entre outros, centros regionais de segurança social, equipamentos sociais de apoio à infância, juventude, deficientes e idosos, centros de formação profissional, centros de saúde e hospitais, centros de profilaxia da droga e de apoio a toxicodependentes, estabelecimentos prisionais, serviços de reinserção social e tribunais, serviços de apoio social nas escolas. Também as autarquias locais (Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia), nomeadamente nos sectores de serviços municipais de habitação, acção social, educação, acção cultural, saúde e recursos humanos, constituem boas possibilidades de emprego.
No sector privado, para além de poderem trabalhar em organizações sociais não lucrativas, associações, cooperativas e sindicatos, como instituições particulares de solidariedade social (IPSS) em diferentes áreas, misericórdias, associações de doentes, cooperativas de habitação, associações de moradores, associações de educação de adultos e de animação cultural, associações de jovens, associações de desenvolvimento rural e diferentes associações de defesa dos direitos humanos, podem ainda trabalhar em empresas de diferentes ramos de actividade, nos seus sectores de serviços sociais, recursos humanos e saúde ocupacional.
Em Portugal, as organizações sociais não lucrativas constituem um importante campo de trabalho para os assistentes sociais e técnicos de política social, uma vez que constituem hoje em dia um dos principais prestadores de serviços sociais, designadamente no domínio de respostas sociais para os idosos e para a infância. O sector privado empresarial, domínio onde, antes de Abril de 1974, se concentrava o maior número de serviços empregadores destes profissionais, tem perdido importância relativamente ao sector público e às organizações do terceiro sector.
Formação e Evolução na Carreira
Aqueles que estiverem interessados em enveredar por esta área profissional podem optar pela licenciatura em Serviço Social, que forma os assistentes sociais, ou pela licenciatura em Política Social, que forma os técnicos de política social (v. http://www.acessoensinosuperior.pt). A formação base assenta num conjunto de disciplinas da área científica de Serviço Social: Teoria do Serviço Social, Métodos e Técnicas de Investigação Social, Política Social, Serviço Social de Grupos ou Serviço Social de Comunidades ou, ainda, Desenvolvimento Comunitário. A sua formação inclui também disciplinas das ciências sociais e humanas como a sociologia, a psicologia, a antropologia, a economia ou o direito. Para aqueles que desejam prosseguir estudos existem mestrados e doutoramentos em Serviço Social e Política Social, bem como um vasto conjunto de cursos de pós-graduação, nomeadamente em gerontologia social, administração social, saúde e intervenção social, crianças e jovens em risco, intervenção com famílias, gestão social, etc. (v. os cursos de pós-graduação disponíveis nos estabelecimentos de ensino superior que ministram formação nesta área em http://www.acessoensinosuperior.pt).
Em relação à evolução profissional, aqueles que estão integrados na administração pública seguem a progressão estipulada para a carreira de técnico superior de serviço social. A evolução processa-se de acordo com o mérito evidenciado, o tempo mínimo de serviço na categoria e a abertura de vagas (v. http://www.dgap.gov.pt). No princípio da carreira, estes profissionais desempenham, normalmente, funções de intervenção directa com populações. No topo da carreira, assumem tarefas de planeamento, coordenação e avaliação de políticas a seguir numa determinada área de actuação.
No sector privado, a progressão na carreira está dependente das políticas internas da organização ou, ainda, pelo que é determinado nas convenções colectivas de trabalho para um dado sector de actividade.
Condições de Trabalho
Estes profissionais desenvolvem o seu trabalho em gabinetes situados na sede dos serviços onde desempenham funções, ou em contextos locais e comunitários, onde desenvolvem trabalho de intervenção com populações (bairros sociais, pessoas sem-abrigo, etc.). No seu trabalho, estes profissionais deparam, por vezes, com situações complexas e imprevistas, requerendo por isso treino específico e maturação profissional, sobretudo na intervenção junto de grupos e contextos sociais de risco.
O horário semanal habitual para aqueles que estão integrados no sector público é de 35 horas. No entanto, quando desenvolvem trabalho de campo, não existe normalmente limite de horário, pelo que muitas vezes podem ter de trabalhar mais horas. No sector privado, especialmente no caso das IPSS, é comum estes profissionais terem flexibilidade de horário.
Uma característica específica desta área profissional é a de que os assistentes sociais e os técnicos de política social estão obrigados ao sigilo profissional, pois estão obrigados a respeitar a privacidade e confidencialidade devidas aos cidadãos seus clientes no desenvolvimento do seu trabalho.
Perspectivas
Apesar de a situação actual do mercado de trabalho não ser muito favorável à inserção profissional dos assistentes sociais e dos técnicos de política social – devido, designadamente, às restrições que no contexto actual se registam na admissão destes técnicos na Administração Pública – é provável que a médio/longo prazo esta situação venha a alterar-se. É possível que se observe um aumento da procura destes profissionais, com destaque para as IPSS, que poderão vir a ser as entidades que mais contratarão estes profissionais.
Dada a tendência para o aumento de problemas sociais – como as crescentes situações de marginalidade, pobreza e exclusão social – e a consequente necessidade de melhorar o desempenho dos serviços e políticas sociais, é de prever o aumento das oportunidades de trabalho destes profissionais. De facto, a elaboração das políticas sociais reflecte hoje uma maior aposta na melhoria das condições mínimas de vida das pessoas, bem como o reforço de medidas no campo da prevenção, nomeadamente em áreas como a educação, a saúde e a habitação, o que poderá resultar num acréscimo de trabalho para estes profissionais.
Contactos para Informações Adicionais
Existem várias entidades que podem fornecer informações adicionais sobre esta profissão, nomeadamente:
* APSS – Associação dos Profissionais de Serviço Social, Av. Visconde de Valmor, n.º 77, 1.º Dto., 1050-239 Lisboa, Tlf. 217 615 350/9, C. Electrónico: apss_dn@yahoo.com, Página na Internet: http://www.apss.web.pt
FONTE: http://www.dgct.msst.gov.pt/profissoes2005/asssocial.htm
No final do século XIX, o serviço social institucionalizou-se, enquanto área académica e profissional das ciências sociais, nas sociedades ocidentais assentes numa economia de mercado e caracterizadas por um contexto socio-político e cultural de progressivo reconhecimento dos direitos sociais dos indivíduos, do seu direito ao bem-estar e ao desenvolvimento. Hoje em dia, os assistentes sociais e os técnicos de política social procuram promover uma melhor adaptação dos indivíduos, famílias e outros grupos ao meio social em que vivem, auxiliando-os na solução dos seus problemas (familiares, económicos, etc.). O serviço social visa a mudança da sociedade, particularmente no que diz respeito às pessoas que sofrem as consequências de quaisquer formas de exclusão e injustiça social, devido a pobreza, desemprego, doença, cumprimento de pena ou violação dos Direitos Humanos.
A intervenção destes profissionais tem como objectivo fundamental promover o desenvolvimento de capacidades e competências sociais – sejam elas colectivas ou individuais – a três níveis: cognitivo (do conhecimento), fornecendo informação aos indivíduos, incentivando a sua compreensão para o funcionamento da sociedade e orientando-os sobre a melhor forma de utilizarem os seus recursos; relacional, facilitando o desenvolvimento das relações interpessoais e grupais, capacitando os indivíduos para assumirem novos papéis e estimulando novas formas de comunicação e expressão; organizativo, promovendo a interacção entre cidadãos, organizações e outras estruturas sociais, accionando ou criando novos recursos sociais e desenvolvendo a participação e a capacidade organizativa dos indivíduos e grupos.
De uma maneira geral, desempenham as seguintes funções:
detectam quais as necessidades gerais de um indivíduo, família ou grupo (processo designado por diagnóstico da situação);
reúnem informações susceptíveis de dar resposta às necessidades dos indivíduos e grupos e aconselham-nos sobre os seus direitos e obrigações;
fazem atendimento aos indivíduos no âmbito de um determinado organismo ou instituição, encaminhando-os para as diversas entidades públicas e privadas que podem auxiliá-los na resolução dos seus problemas (autarquias, escolas, serviços da Segurança Social, associações de solidariedade social, etc.);
incentivam os indivíduos, famílias e outros grupos a resolverem os seus problemas, tanto quanto possível através dos próprios meios, promovendo uma atitude de autonomia e participação – encorajando-os, por exemplo, a dirigirem-se a entidades empregadoras, instituições de solidariedade social, serviços sociais, entre outros, para procurarem resolver os seus problemas;
colaboram na definição e avaliação das políticas sociais, com base nos conhecimentos obtidos através de estudos que efectuam junto de determinada população, para melhor adequação entre as medidas de política social e os direitos reconhecidos aos cidadãos.
Normalmente, a intervenção dos assistentes sociais e dos técnicos de política social está enquadrada no âmbito de uma dada instituição ou de um determinado projecto. No âmbito de projectos de combate à pobreza, por exemplo, podem intervir na integração sócio-profissional dos jovens de um determinado bairro degradado. Por outro lado, a sua intervenção pode abranger vários tipos de populações-alvo: idosos que vivem em situação de isolamento e/ou com graves carências económicas, crianças abandonadas ou em risco de abandono, jovens em risco de marginalidade, toxicodependentes, reclusos e ex-reclusos, sem-abrigo, grupos étnicos com problemas de integração ou pessoas com deficiência, entre outras.
A maioria destes profissionais trabalha no âmbito de equipas multidisciplinares, que podem variar consoante o campo de intervenção. Assim, é comum colaborarem com médicos, enfermeiros, professores, educadores de infância, psicólogos, sociólogos ou juristas.
Dadas as suas características, esta profissão exige uma boa capacidade de análise das situações. Ter espírito de iniciativa, capacidade para dialogar com todo o tipo de pessoas e gosto pelo trabalho em equipa são qualidades igualmente importantes. Fundamental é gostar de trabalhar com pessoas, ter um interesse real pelos seus problemas e respeito pela autonomia e liberdade de cada um. Devido ao contacto próximo com a vida e os problemas das pessoas com quem trabalham, estes profissionais podem estar sujeitos ao desgaste emocional, o que exige deles a capacidade de distanciamento e de resistência à frustração, pois nem sempre é possível resolver os problemas da forma pretendida.
Emprego
Estes profissionais desenvolvem a sua actividade numa grande diversidade de instituições, tanto no sector público, como no sector privado. No sector público, são várias as instituições que podem empregar estes profissionais e estão enquadradas em sectores tão diferentes como a saúde, a educação, a justiça e a segurança social, entre outros. Na administração pública central, podem trabalhar em diversos ministérios, com destaque para as áreas do emprego, da segurança social, da saúde, da justiça e da educação. Estes serviços públicos abrangem entre outros, centros regionais de segurança social, equipamentos sociais de apoio à infância, juventude, deficientes e idosos, centros de formação profissional, centros de saúde e hospitais, centros de profilaxia da droga e de apoio a toxicodependentes, estabelecimentos prisionais, serviços de reinserção social e tribunais, serviços de apoio social nas escolas. Também as autarquias locais (Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia), nomeadamente nos sectores de serviços municipais de habitação, acção social, educação, acção cultural, saúde e recursos humanos, constituem boas possibilidades de emprego.
No sector privado, para além de poderem trabalhar em organizações sociais não lucrativas, associações, cooperativas e sindicatos, como instituições particulares de solidariedade social (IPSS) em diferentes áreas, misericórdias, associações de doentes, cooperativas de habitação, associações de moradores, associações de educação de adultos e de animação cultural, associações de jovens, associações de desenvolvimento rural e diferentes associações de defesa dos direitos humanos, podem ainda trabalhar em empresas de diferentes ramos de actividade, nos seus sectores de serviços sociais, recursos humanos e saúde ocupacional.
Em Portugal, as organizações sociais não lucrativas constituem um importante campo de trabalho para os assistentes sociais e técnicos de política social, uma vez que constituem hoje em dia um dos principais prestadores de serviços sociais, designadamente no domínio de respostas sociais para os idosos e para a infância. O sector privado empresarial, domínio onde, antes de Abril de 1974, se concentrava o maior número de serviços empregadores destes profissionais, tem perdido importância relativamente ao sector público e às organizações do terceiro sector.
Formação e Evolução na Carreira
Aqueles que estiverem interessados em enveredar por esta área profissional podem optar pela licenciatura em Serviço Social, que forma os assistentes sociais, ou pela licenciatura em Política Social, que forma os técnicos de política social (v. http://www.acessoensinosuperior.pt). A formação base assenta num conjunto de disciplinas da área científica de Serviço Social: Teoria do Serviço Social, Métodos e Técnicas de Investigação Social, Política Social, Serviço Social de Grupos ou Serviço Social de Comunidades ou, ainda, Desenvolvimento Comunitário. A sua formação inclui também disciplinas das ciências sociais e humanas como a sociologia, a psicologia, a antropologia, a economia ou o direito. Para aqueles que desejam prosseguir estudos existem mestrados e doutoramentos em Serviço Social e Política Social, bem como um vasto conjunto de cursos de pós-graduação, nomeadamente em gerontologia social, administração social, saúde e intervenção social, crianças e jovens em risco, intervenção com famílias, gestão social, etc. (v. os cursos de pós-graduação disponíveis nos estabelecimentos de ensino superior que ministram formação nesta área em http://www.acessoensinosuperior.pt).
Em relação à evolução profissional, aqueles que estão integrados na administração pública seguem a progressão estipulada para a carreira de técnico superior de serviço social. A evolução processa-se de acordo com o mérito evidenciado, o tempo mínimo de serviço na categoria e a abertura de vagas (v. http://www.dgap.gov.pt). No princípio da carreira, estes profissionais desempenham, normalmente, funções de intervenção directa com populações. No topo da carreira, assumem tarefas de planeamento, coordenação e avaliação de políticas a seguir numa determinada área de actuação.
No sector privado, a progressão na carreira está dependente das políticas internas da organização ou, ainda, pelo que é determinado nas convenções colectivas de trabalho para um dado sector de actividade.
Condições de Trabalho
Estes profissionais desenvolvem o seu trabalho em gabinetes situados na sede dos serviços onde desempenham funções, ou em contextos locais e comunitários, onde desenvolvem trabalho de intervenção com populações (bairros sociais, pessoas sem-abrigo, etc.). No seu trabalho, estes profissionais deparam, por vezes, com situações complexas e imprevistas, requerendo por isso treino específico e maturação profissional, sobretudo na intervenção junto de grupos e contextos sociais de risco.
O horário semanal habitual para aqueles que estão integrados no sector público é de 35 horas. No entanto, quando desenvolvem trabalho de campo, não existe normalmente limite de horário, pelo que muitas vezes podem ter de trabalhar mais horas. No sector privado, especialmente no caso das IPSS, é comum estes profissionais terem flexibilidade de horário.
Uma característica específica desta área profissional é a de que os assistentes sociais e os técnicos de política social estão obrigados ao sigilo profissional, pois estão obrigados a respeitar a privacidade e confidencialidade devidas aos cidadãos seus clientes no desenvolvimento do seu trabalho.
Perspectivas
Apesar de a situação actual do mercado de trabalho não ser muito favorável à inserção profissional dos assistentes sociais e dos técnicos de política social – devido, designadamente, às restrições que no contexto actual se registam na admissão destes técnicos na Administração Pública – é provável que a médio/longo prazo esta situação venha a alterar-se. É possível que se observe um aumento da procura destes profissionais, com destaque para as IPSS, que poderão vir a ser as entidades que mais contratarão estes profissionais.
Dada a tendência para o aumento de problemas sociais – como as crescentes situações de marginalidade, pobreza e exclusão social – e a consequente necessidade de melhorar o desempenho dos serviços e políticas sociais, é de prever o aumento das oportunidades de trabalho destes profissionais. De facto, a elaboração das políticas sociais reflecte hoje uma maior aposta na melhoria das condições mínimas de vida das pessoas, bem como o reforço de medidas no campo da prevenção, nomeadamente em áreas como a educação, a saúde e a habitação, o que poderá resultar num acréscimo de trabalho para estes profissionais.
Contactos para Informações Adicionais
Existem várias entidades que podem fornecer informações adicionais sobre esta profissão, nomeadamente:
* APSS – Associação dos Profissionais de Serviço Social, Av. Visconde de Valmor, n.º 77, 1.º Dto., 1050-239 Lisboa, Tlf. 217 615 350/9, C. Electrónico: apss_dn@yahoo.com, Página na Internet: http://www.apss.web.pt
FONTE: http://www.dgct.msst.gov.pt/profissoes2005/asssocial.htm
quarta-feira, dezembro 05, 2007
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